ELVIRA VIGNA: PRIMEIRA PÁGINA – novidades

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indebranco

‘como se estivéssemos em palimpsesto de putas’.

(pré-venda a partir de 10/07 no site da companhia das letras)

 

vídeo de apresentação

 

resenhas

folha de são paulo (ilustrada);

suplemento pernambuco (matéria de capa);

 

resenha no exterior

café com letras (lisboa);

 

 

palestra na puc-poa: ‘o vão entre o trem e a plataforma’ 

 

 

orelha:

Dois estranhos se encontram num verão escaldante no Rio de Janeiro. Ela é uma designer em busca de serviços, ele foi contratado para informatizar uma editora moribunda. Ela divide um apartamento com uma prostituta chamada Mariana, um arranjo provisório para aliviar os gastos de ambas. Ele está separado, vivendo em um apart-hotel e com pouquíssimas perspectivas para o futuro. Ele acha que ela, por dividir o apartamento com Mariana, é uma mulher vivida, que poderá entendê-lo. Ela pouco faz para mudar essa impressão. Sobre a ex-mulher, ele pouco tem a dizer.
O acaso junta estes protagonistas numa sala da editora condenada, onde dia após dia, embalado pela impressão que tem sobre ela, João relata seus encontros com prostitutas. Como num palimpsesto, os relatos se sobrepõem, uma série infinita de casos em inferninhos, hotéis imundos e galerias. Ainda assim, as histórias de João são contadas pela metade, faltam detalhes e sobram pontas desamarradas. Enquanto ouve a cantilena de aventuras sexuais de João, ela vai preenchendo em sua cabeça as omissões e lacunas daquelas histórias. E assim seguem, até o fim do verão, sem que nada mude, sem que nada permaneça igual.
Menos preocupada com os grandes acontecimentos do que com os pequenos e subterrâneos abalos sísmicos que podem mudar o rumo de uma vida, Elvira lança seu olhar ora compassivo e ora destruidor sobre esses protagonistas para extrair um duro e cândido retrato das relações entre as pessoas. As vidas de João e da protagonista, mas também de Lurien, a vizinha transexual, e de Lola, a ex-mulher de João, se aproximam e se afastam num pequeno e delicado labirinto criado com maestria pela autora. Uma das grandes escritoras brasileiras, Elvira Vigna parte deste esqueleto para criar um poderoso jogo literário de traições e insinuações, um livro sobre relacionamentos, poder, mentiras e imaginação.

 

 

trecho do livro na revista do pen club americano:

glossolalia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

livintpessoa09

‘morrendo de rir’  (de julho) na revista pessoa.

os antigos estão aqui no site.

 

 

 

 

.18 de May de 2016